O Bistrô Carioca unplugged

Três anos e 150 posts depois de nascer, o bistrozinho aqui mantém seus ideais intactos e faz mais ou menos o mesmo caminho que prega nas suas páginas on-line.
Exatamente como está acontecendo na gastronomia, retoma valores tradicionais e nada tecnológicos e bota no papel o que antes era só virtual.
É isso mesmo. Fiz um apanhado dos melhores, mais divertidos, gastronômicos e sinceros posts e coloquei em uma versão desconectada, com peso, cheiro e textura, que traz um resumo do que se poderia chamar de linha editorial do Bistrô, onde a observação dos costumes, o humor e o caráter meio ranzinza que marcam sua personalidade podem ser conferidos sem a necessidade de se ligar nada na tomada.
Com um belissimo projeto gráfico do Gabinete de Artes e quase cem páginas, O Bistrô de Papel é um antigo projeto que só agora ganhou corpo e condições para aparecer.
Numa época onde três anos podem ser considerados uma eternidade e o que a gente escreve numa tela de computador pode desaparecer com um clique, colocar tudo no papel impresso não é só um prazer como é a garantia de que todas as nossas idéias e até alguns ideais não vão ser apagados quando faltar luz. Além disso é um ato de amor por um suporte que no final das contas foi onde tudo começou.
Editar um livro no Brasil já foi mais difícil, mas distribuí-lo é ainda praticamente impossível. Por isso, se alguém tiver uma sugestão de como/onde posso fazer a distribuição, será muito bem vinda. Enquanto isso quem quiser um exemplar basta me escrever que vou fazer o possível para atender.
Exatamente como está acontecendo na gastronomia, retoma valores tradicionais e nada tecnológicos e bota no papel o que antes era só virtual.
É isso mesmo. Fiz um apanhado dos melhores, mais divertidos, gastronômicos e sinceros posts e coloquei em uma versão desconectada, com peso, cheiro e textura, que traz um resumo do que se poderia chamar de linha editorial do Bistrô, onde a observação dos costumes, o humor e o caráter meio ranzinza que marcam sua personalidade podem ser conferidos sem a necessidade de se ligar nada na tomada.
Com um belissimo projeto gráfico do Gabinete de Artes e quase cem páginas, O Bistrô de Papel é um antigo projeto que só agora ganhou corpo e condições para aparecer.
Numa época onde três anos podem ser considerados uma eternidade e o que a gente escreve numa tela de computador pode desaparecer com um clique, colocar tudo no papel impresso não é só um prazer como é a garantia de que todas as nossas idéias e até alguns ideais não vão ser apagados quando faltar luz. Além disso é um ato de amor por um suporte que no final das contas foi onde tudo começou.
Editar um livro no Brasil já foi mais difícil, mas distribuí-lo é ainda praticamente impossível. Por isso, se alguém tiver uma sugestão de como/onde posso fazer a distribuição, será muito bem vinda. Enquanto isso quem quiser um exemplar basta me escrever que vou fazer o possível para atender.

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